segunda-feira, 13 de junho de 2011
a beleza de curar um coração,
está na força com que foi partido.
está na força com que foi partido.
Etiquetas:
cigarro,
varanda e os desenhos animados
sexta-feira, 13 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
domingo, 20 de junho de 2010
Coração
Tirei-te do peito
e voaste,
subiste ao céu,
que te chorou,
nos telhados e nas ruas,
nas praças e nas calçadas,
nos guardas-chuva dos vivos,
nas pontes e no douro,
que te levou sem deixar rasto
Não te tenho já não és meu,
quem te quiser, quimera perdida,
que te busque nas águas frias,
frias de suspiros e almas perdidas,
e te traga de volta para mim,
que eu sem ti não sei nadar
e voaste,
subiste ao céu,
que te chorou,
nos telhados e nas ruas,
nas praças e nas calçadas,
nos guardas-chuva dos vivos,
nas pontes e no douro,
que te levou sem deixar rasto
Não te tenho já não és meu,
quem te quiser, quimera perdida,
que te busque nas águas frias,
frias de suspiros e almas perdidas,
e te traga de volta para mim,
que eu sem ti não sei nadar
Etiquetas:
Á tua espera sejas tu quem fores
sábado, 8 de maio de 2010
Queimaduras
A tinta escorre
O papel esquece,
como hei eu de me lembrar de ti?
A carne, tentação
Fogaz como o tempo,´
Fogaz como a vida que em mim se esvai.
Um dia talvez me lembre,
do dia em que te esqueci...
O papel esquece,
como hei eu de me lembrar de ti?
A carne, tentação
Fogaz como o tempo,´
Fogaz como a vida que em mim se esvai.
Um dia talvez me lembre,
do dia em que te esqueci...
sábado, 10 de outubro de 2009
Demónio Negro
Uma teia de aranha entre um poste,
Nevoeiro na varanda e fumo na mente,
Chegam para deixar de te pensar.
Nevoeiro na varanda e fumo na mente,
Chegam para deixar de te pensar.
Etiquetas:
aluga-se coração
Adeus
Os cortes são feios ao espelho,
Como espinhos de rosas,
Sabem a cinza nos teus lábios.
Corri para longe,
Devagar, devagarinho,
Já não dói tanto meu amor.
Como espinhos de rosas,
Sabem a cinza nos teus lábios.
Corri para longe,
Devagar, devagarinho,
Já não dói tanto meu amor.
Etiquetas:
começo a gostar de vocês
Barcelona
Naquela cidade imunda,
Descobri mais de mim,
Que lendo no teu corpo,
As marcas que deixei.
Talvez por não te sentir tão perto,
Os meus males fizessem mais sentido,
No meio de fumos tricolores e nomes de pecadores,
Esqueci-me de quem eu era e passei a ser quem sou.
Descobri mais de mim,
Que lendo no teu corpo,
As marcas que deixei.
Talvez por não te sentir tão perto,
Os meus males fizessem mais sentido,
No meio de fumos tricolores e nomes de pecadores,
Esqueci-me de quem eu era e passei a ser quem sou.
Etiquetas:
foi apenas isso nada mais
quarta-feira, 20 de maio de 2009
sábado, 4 de outubro de 2008
Dois Segundos
Mordi o céu para te ver,
Cuspi gotas de chuva,
Enroladas em caramelo,
Para saber como te provar.
Ácido o sabor do teu beijo,
Desceu em mim,
Calçada branca e avermelhada,
“Ops!”, cortei-me sem querer!
Etiquetas:
De volta (?) -Pink Floyd - Us and Them
terça-feira, 10 de junho de 2008
Cansado
segunda-feira, 7 de abril de 2008
És-me Suspiros
O ar revolta-se,
Nos contornos nus,
Entrelaçados,
Afogados em vapores de nicotina,
E talvez algo mais.
Na minha cama de cinzas,
És-me suspiros meu amor,
O esgar doce da dor afastada,
Retornado ao fim das horas de loucura.
Antologias de toque navegam,
Em mares de suor,
Gotas retorcidas,
Paixão duvidosa,
Perdem-se na névoa da manha.
Etiquetas:
Balla - No Fim da Luta
sexta-feira, 21 de março de 2008
As palavras que nunca te direi
Está uma noite fria cá dentro,
Onde brilha a lua, chora o anjo caído,
Saudades de gato mirando o rio,
Sete beijos de vidas passadas
Escorreram-me por entre os dedos.
Nesta redoma de vidro fumado,
Entre correrias sem sentido,
Gritos sussurrados a quem não ouve,
Escrevo, mordo, rasgo,
As palavras que nunca te direi.
Etiquetas:
Dia Mundial da Poesia
quarta-feira, 5 de março de 2008
Meia-noite é Meia-Noite
Meia-noite é meia-noite,
Bate o relógio três vezes,
Corre o gato para longe da ponte,
Parapeito de suspiros que já não consigo dar.
Meia-noite é meia-noite,
Meia vida foi-me arrancada,
Sete beijos desgrenhados,
Queimam-me o peito, frio de te sentir.
É verdade meu amor,
Naquele dia às oito horas,
Cobri o corpo de negro, morri devagar,
Bateu a meia-noite no meu coração.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Asas em Pó e Olhos de Prata

Doem-me os olhos meu amor,
Amor meu que nunca tive,
Se me sangram lágrimas da íris,
Palavras fortes de punhos bem cerrados.
Escuta o que te digo meu amor,
Amor meu que não me espera,
Se corro para longe com pernas quebradas,
Ossos fracos do teu querer.
Onde estas meu amor?
Amor meu que nunca toquei,
Se me perfuram estas lanças de sentidos,
E me sabem a cinzas estes beijos de mel.
Quem és tu meu amor?
Amor meu que nunca conheci,
Se para eu amar é para sempre,
Foi esse amar que eu nunca senti?
Etiquetas:
45min e sorri de novo... por momentos
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Caminho
Noites brilhantes, passadiço de suspiros
Estradas e caminhos para longe de mim,
Imersos em licores e fumo de tabaco.
Ventos frios que não me tocam,
Têm medo da minha falta de sentir,
Rodopiam-me troçando por morrer tão devagar.
Que se faça sempre noite,
Já que não vejo luz neste céu,
Que me quebra as pernas cansadas de correr.
Avisei-te ritmo diabólico,
Porra! Tinhas que bater três vezes?
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Noite, Luzes e Outras Palavras Terminadas em "ol"
Toma teu quem sabes que te pertence,
Se vivo do teu bafo canceroso,
Daqueles que sabem que o toque não basta.
Odeio o pingar do meu coração,
Queimado pelo toque,
Cheiro podre da falta de me sentir eu.
Parti-me,
Desculpa,
Parti-nos aos dois,
Que já não somos luzes de cores iguais,
Mas roxas e vermelhas,
Com sorrisos de sangue e morte.
Estourei o sentir-me pobre,
Do teu sorriso que me mata,
Sempre que bate o meu coração.
Tenho o frio descoberto,
Por aqueles que me sugam o sentir,
Da minha pele que sangra gritos e sorrisos medíocres.
Acabou-se o sentir que definhou,
Longe do toque de quem me ama,
Sem saber provar os doces cortes,
De alguém dentro do meu sangue.
Queima-me o sentir quero morrer,
Para saber que sempre preso,
Ao vomito que me deste,
Estará a podridão do que sinto.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Longe
Morro esperando que o tempo te apague,
Sabor amargo da esfera de pele queimada,
Pelo toque longínquo daquela água que nunca bebi.
Morri a ver-te nascer,
Correr nas linhas brancas da incerteza,
Alucinações de um louco num beco qualquer.
Não morras sem me dizer,
Que me viste olhar o céu sem esperar que me olhasse de volta,
Num jeito de inocência que perdi em cheiros de sabor amarelado.
Beija-me,
Quero morrer mais um pouco!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
